O “novo” O Diabo Veste Prada 2 parece mais atual do que nunca.
- Alexandra Aragão
- 8 de abr.
- 1 min de leitura
Atualizado: 6 de mai.
A história traz uma gestora antes abusiva e autoritária — agora contida, limitada por novas regras, compliance e um mercado que já não tolera os excessos de antes.
Mas o ponto central não é só esse.
O filme escancara a velocidade brutal das mudanças: reestruturações, demissões em massa e um mercado onde competência, muitas vezes, não garante permanência.
Hoje, o jogo é outro: consultores em alta, tecnologia dominando decisões e um ambiente cada vez mais estratégico… e menos humano.
Ainda assim, algo permanece essencial: as soft skills.
Quando tudo parece perdido, uma profissional comum se destaca com coragem, posicionamento e atitude — vira o jogo, fecha um grande negócio e impacta milhares de vidas.
O recado é claro: é possível manter princípios, mesmo em um ambiente corporativo duro e, muitas vezes, desleal.
E no fim, até os líderes mais rígidos revelam seus medos — de envelhecer, de perder relevância, de ficar para trás.
A pergunta que fica é:
Você está acompanhando essa transformação… ou ainda jogando com regras que já não existem mais?


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